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Comandante da Guarda Municipal esclarece projeto do Conselho de Segurança em João Câmara
Durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de João Câmara, o comandante da Guarda Municipal, Makysuel Filipe, ocupou a Tribuna da Casa Legislativa, onde foi ouvido pelos vereadores e apresentou considerações e esclarecimentos relacionados à pauta de votação. Entre os assuntos abordados esteve o Projeto de Lei Complementar que regulamenta e altera a composição, organização e funcionamento do Conselho Municipal de Segurança Pública do Município de João Câmara/RN. A participação do comandante na sessão teve como objetivo contribuir para o debate sobre a importância da matéria, especialmente no que diz respeito ao fortalecimento das políticas públicas de segurança, à ampliação da participação social e ao aprimoramento das ações desenvolvidas no âmbito do Conselho Municipal de Segurança Pública. Durante sua fala, Makysuel Filipe destacou a relevância de discutir a organização e o funcionamento do Conselho, buscando fortalecer a integração entre o poder público, os órgãos de segurança e a sociedade. A presença do comandante na Tribuna também possibilitou aos vereadores apresentar questionamentos e ouvir esclarecimentos sobre a proposta que está em tramitação na Câmara Municipal. O projeto segue sendo analisado pelo Legislativo Municipal e integra as discussões voltadas ao aperfeiçoamento das políticas de segurança pública no município de João Câmara. Flash Publicidade/Imagens Moises Araújo
Vereador Mestre Raimundo apresenta indicações para ampliar saneamento e Arenas Esportivas em João Câmara/RN
O vereador Mestre Raimundo apresentou duas indicações voltadas à melhoria da qualidade de vida da população de João Câmara. As propostas solicitam estudos técnicos para identificar demandas relacionadas ao saneamento básico e avaliar a implantação de Arenas Esportivas nas zonas urbana e rural do município. Levantamento para construção e adequação de banheiros Na primeira indicação, o parlamentar solicita que a Prefeitura, por meio da secretaria municipal competente, realize um estudo técnico e um levantamento socioeconômico das residências localizadas na zona urbana e rural que não possuem unidade sanitária domiciliar (banheiro) ou que apresentem instalações sanitárias inadequadas. A iniciativa tem como objetivo subsidiar a criação de um programa municipal destinado à construção, ampliação ou adequação de unidades sanitárias, priorizando famílias que vivem em situação de vulnerabilidade social. Segundo a justificativa apresentada, a falta de instalações sanitárias adequadas compromete as condições de higiene, pode favorecer a proliferação de doenças e agrava problemas relacionados ao saneamento básico, atingindo principalmente crianças, idosos e pessoas com deficiência. O levantamento também poderá permitir ao Município identificar a demanda existente, estabelecer prioridades e buscar recursos junto aos governos estadual e federal, além de convênios e programas voltados à habitação e ao saneamento. Estudo para implantação de Arenas Esportivas Na segunda indicação, Mestre Raimundo solicita a realização de um estudo de viabilidade técnica, financeira, orçamentária e de localização para a construção de Arenas Esportivas, contemplando comunidades da zona urbana e da zona rural de João Câmara. A proposta busca ampliar o acesso da população a espaços adequados, modernos e seguros para a prática esportiva, contemplando modalidades como futebol, futsal, vôlei, basquete, handebol, atletismo, futevôlei, beach tennis, vôlei de areia, skate, atividades funcionais, ginástica e caminhada, entre outras. De acordo com a exposição de motivos, as arenas também poderão ser utilizadas para competições, campeonatos, escolinhas esportivas, projetos sociais e eventos comunitários, fortalecendo a integração entre as comunidades e incentivando o esporte como ferramenta de educação, cidadania e prevenção à violência. Mestre Raimundo defende que o estudo identifique as áreas mais adequadas, os custos necessários e possíveis fontes de recursos para viabilizar futuramente a construção das Arenas Esportivas em diferentes regiões do município. As duas indicações têm como foco o planejamento de políticas públicas e a identificação de demandas que podem contribuir para melhorar as condições de habitabilidade, ampliar o acesso ao saneamento e democratizar o acesso ao esporte em João Câmara. Foto: Moisés Araújo
Emagreceu com Mounjaro ou bariátrica? Plano de saúde pode ser obrigado a custear cirurgia reparadora, explica especialista
Pacientes que desenvolveram excesso de pele após grande perda de peso podem ter direito à cobertura de cirurgias reparadoras pelo plano de saúde quando houver indicação médica. Advogado Luan Vieira, representante do escritório Mylena Leite Advocacia, explica quando a negativa pode ser considerada abusiva. O número de brasileiros que perderam dezenas de quilos com medicamentos como Mounjaro (tirzepatida), Ozempic e Wegovy (semaglutida) nunca foi tão alto. Ao lado da cirurgia bariátrica, esses tratamentos vêm transformando a vida de milhares de pacientes. Mas um efeito comum do emagrecimento acelerado tem levantado dúvidas e provocado disputas com as operadoras de saúde: o excesso de pele após a perda de peso. Embora muitos planos de saúde classifiquem automaticamente esses procedimentos como estéticos, especialistas afirmam que essa interpretação nem sempre encontra respaldo na legislação. Quando o excesso de pele provoca limitações físicas, infecções recorrentes, dificuldade de higiene ou outras complicações clínicas, a cirurgia pode assumir caráter reparador e passar a integrar o próprio tratamento da obesidade. Segundo Luan Vieira, advogado com atuação em Direito à Saúde e representante do Mylena Leite Advocacia, cada caso deve ser analisado com base na condição clínica do paciente e na documentação médica. “Existe uma diferença importante entre uma cirurgia realizada apenas por finalidade estética e outra indicada para corrigir sequelas decorrentes da obesidade ou do seu tratamento. Quando há comprovação médica de comprometimento funcional, estamos diante de uma situação que pode gerar obrigação de cobertura pelo plano de saúde”, afirma. A perda expressiva de peso compromete a elasticidade da pele, favorecendo a formação de grandes sobras de tecido em regiões como abdômen, braços, coxas, mamas, glúteos e tronco. Essas alterações vão muito além da aparência e podem provocar dermatites de repetição, infecções nas dobras da pele, dores, lesões por atrito, dificuldades para caminhar, praticar atividade física, realizar a higiene pessoal e até impacto significativo na saúde mental. Para Luan Vieira, é justamente essa repercussão clínica que diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia reparadora. “O objetivo deixa de ser apenas melhorar a aparência. A cirurgia busca devolver funcionalidade, reduzir complicações médicas e permitir que o paciente recupere qualidade de vida após vencer a obesidade.” Cirurgia reparadora integra o tratamento da obesidade O entendimento jurídico sobre o tema ganhou força com o julgamento do Tema 1.069 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que reconheceu ser obrigatória a cobertura, pelos planos de saúde, das cirurgias plásticas de caráter reparador ou funcional indicadas ao paciente após a cirurgia bariátrica, por integrarem o tratamento da obesidade. A mesma lógica também aparece na Portaria nº 425/2013, do Ministério da Saúde, que inclui as cirurgias reparadoras na linha de cuidado destinada aos pacientes com obesidade. Outro marco importante foi a Lei nº 14.454/2022, que estabeleceu que o rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) constitui referência básica para a cobertura assistencial, permitindo, em determinadas situações, a autorização de tratamentos que não estejam expressamente previstos quando houver respaldo científico e indicação médica. Alguns procedimentos reparadores, como a dermolipectomia abdominal após grande perda de peso, inclusive já fazem parte do próprio rol da ANS, observadas as diretrizes técnicas. Além disso, conforme entendimento consolidado pelo STJ, o Código de Defesa do Consumidor aplica-se à maioria dos contratos de planos de saúde, reforçando a proteção do beneficiário diante de negativas consideradas abusivas. Quem emagreceu com Mounjaro também pode ter direito? Embora o precedente do STJ tenha sido construído a partir de casos envolvendo pacientes submetidos à cirurgia bariátrica, Luan Vieira explica que o fundamento jurídico da decisão está na necessidade clínica da cirurgia reparadora, e não na forma como ocorreu o emagrecimento. Segundo ele, pacientes que perderam 30, 40 ou até 50 quilos utilizando medicamentos como Mounjaro, Ozempic ou Wegovy podem desenvolver exatamente as mesmas sequelas funcionais observadas em quem realizou bariátrica. “O que deve ser analisado é a existência de indicação médica e das limitações provocadas pelo excesso de pele. A discussão envolvendo pacientes que emagreceram com medicamentos ainda é relativamente recente nos tribunais, mas já existe uma linha jurídica consistente quando a documentação demonstra que o procedimento possui finalidade reparadora.” Entre as cirurgias que podem apresentar caráter funcional estão a dermolipectomia abdominal, mamoplastia reparadora, braquioplastia, cruroplastia, torsoplastia e gluteoplastia, além do pós-operatório, incluindo malhas compressivas, drenagem linfática, fisioterapia e acompanhamento multidisciplinar quando houver prescrição médica. O que fazer se o plano de saúde negar a cobertura? De acordo com Luan Vieira, o primeiro passo é solicitar que a operadora apresente a negativa formal por escrito, com a justificativa e o número do protocolo de atendimento. Também é fundamental reunir laudos médicos detalhados, fotografias clínicas, exames, histórico do tratamento da obesidade, relatórios do cirurgião plástico e, quando houver, documentos que comprovem infecções recorrentes, limitações físicas ou outras complicações decorrentes do excesso de pele. O advogado recomenda ainda que o paciente busque orientação jurídica antes de assumir integralmente os custos da cirurgia. “A negativa do plano de saúde não significa, automaticamente, que o paciente não possui direito. Em muitos casos, ela apenas demonstra que será necessária uma análise técnica da documentação médica, do contrato e das circunstâncias específicas para verificar se houve uma negativa abusiva.” Para mais informações e conteúdos, acesse o perfil no Instagram: @mylenaleiteadvocacia Sobre o especialista Luan Vieira é advogado (OAB/RN 22.938), atua em Direito à Saúde e é representante do Mylena Leite Advocacia, escritório com atuação nacional na defesa dos direitos dos usuários de planos de saúde e dos servidores públicos.
Nesta segunda-feira (10/08) tem Sessão Ordinária na Câmara Municipal de João Câmara
Nesta segunda-feira, (10/08/2026), as 14H acontece mais uma sessão ordinária no plenário da Câmara Municipal de João Câmara, com a participação dos vereadores para debater e deliberar sobre pautas de interesse da população. A sessão é aberta ao público e pode ser acompanhada presencialmente ou pelos canais oficiais da Câmara, garantindo transparência e acesso às decisões do Legislativo. AQUI 📢 Fique por dentro dos assuntos que impactam a sua cidade! Flash Publicidade
Cadu de Lula contrapõe adversários e defende governo “livre da Polícia Federal” em debate na Band
Em falas duras no primeiro bloco do debate ao Governo do RN, promovido pela Band RN neste domingo (9), o candidato do PT, Cadu de Lula, subiu o tom contra os adversários e denunciou o que classificou como “descaso e retrocesso”. O petista responsabilizou Álvaro Dias (PL) pela degradação da Praia de Ponta Negra, principal cartão-postal de Natal, e cobrou a inauguração de um hospital que, dois anos depois, segue sem atender nenhum paciente. Cadu também mirou Allyson Bezerra (União Brasil), a quem chamou de “o Allyson de Robinson Faria” e definiu como representante das mesmas elites que, na avaliação do petista, levaram o RN à derrocada. Em contraponto, defendeu o legado da governadora Fátima Bezerra, citando a ausência de investigações da Polícia Federal, a recuperação das finanças do estado e a posição do RN como quarto mais seguro do país. “É hora do nosso povo abrir os olhos para o risco que envolve cada candidatura; não podemos cair de novo num conto de fadas”, declarou.


