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Cadu de Lula detalha propostas para obras estruturantes, saúde, educação e desenvolvimento do RN, com destaque para parcerias com o governo Lula
Durante sabatina realizada na Inter TV, o candidato ao governo do estado Cadu de Lula (PT) apresentou propostas consistentes para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte, destacando a necessidade de uma gestão pautada pela responsabilidade fiscal, transparência e diálogo permanente com a sociedade. O candidato enfatizou que o projeto político que lidera está conectado às demandas reais da população, focando na expansão econômica com justiça social e na melhoria estrutural dos serviços públicos. Um dos eixos centrais abordados pelo candidato foi a viabilização de grandes obras e a ampliação dos investimentos em parceria estreita com o governo do presidente Lula. Cadu falou da importância de resgatar projetos estruturantes e reforçou a sintonia política para destravar recursos federais para o estado. Ao detalhar essa visão de parceria para a execução de obras fundamentais, como a terceira ponte em Natal, o candidato declarou: “eu tenho a convicção que Lula reeleito presidente, eu governador do Rio Grande do Norte, esse sonho vai se realizar, e a gente vai integrar cada vez mais a Zona Norte de Natal, nessa parceria do governo do Estado com o governo do presidente Lula”. Na área da saúde e da educação, Cadu apresentou soluções voltadas para a melhoria do atendimento e a valorização das redes de ensino e de atendimento médico, defendendo a descentralização de serviços e a ampliação do financiamento setorial. O candidato destacou que sua trajetória administrativa e o compromisso com a ética são garantias de que os recursos públicos serão aplicados integralmente em benefício do cidadão potiguar. Reforçando o perfil propositivo e o orgulho de sua trajetória ao lado da governadora Fátima Bezerra, Cadu pontuou: “nós chegamos até aqui com aqueles princípios que eu coloquei. A verdade vai vencer a mentira, o trabalho vai vencer a ilusão”. Antes de finalizar a sabatina, Cadu de Lula fez um chamado direto ao eleitorado para a reta final do segundo turno, reiterando sua dedicação integral ao progresso do estado. O candidato encerrou com uma mensagem firme de união e esperança para o pleito do dia 25 de outubro, reforçando a parceria com o governo federal. “Eu sou o candidato do presidente Lula, eu vou votar 13 para presidente. Agora nós temos diálogo, nós conseguimos dialogar com quem pensa diferente de nós. Aqui tem honestidade, tem credibilidade. Por tudo isso, eu peço que no dia 25, vote 13 para presidente e 13 para governador”.
ALLYSON ACUMULA TRAIÇÕES E ABANDONO DE ALIADOS; CARLOS EDUARDO É VÍTIMA PELA TERCEIRA VEZ
A substituição de Carlos Eduardo Alves por Paulinho Freire na coordenação da campanha de Allyson Bezerra (União Brasil) em Natal acrescentou mais um capítulo ao histórico de traições políticas atribuído ao candidato ao Governo do Estado. O episódio é especialmente simbólico porque Carlos Eduardo deixou o PSD, abriu mão de uma candidatura ao Senado, desistiu posteriormente da disputa para deputado estadual e, mesmo assim, perdeu a coordenação da campanha para Paulinho, seu adversário na eleição de 2024. Paulinho declarou apoio a Allyson na terça-feira (13), levando 23 vereadores de Natal e dois suplentes. No mesmo movimento, assumiu a coordenação da campanha na capital. A troca expõe o enfraquecimento de Carlos Eduardo dentro de um projeto ao qual ele fez sucessivas concessões. A relação com Carlos Eduardo não é o único episódio. Ao longo dos últimos anos, Allyson acumulou rompimentos com nomes que estiveram ao seu lado em diferentes momentos e que acabaram afastados quando os interesses políticos deixaram de coincidir. Rogério foi o primeiro grande rompimento Um dos casos mais emblemáticos foi o rompimento com o senador Rogério Marinho (PL), em março de 2024. Até então, os dois mantinham uma aliança política próxima, que havia ficado evidente na eleição de 2022, quando Allyson percorreu Mossoró e trabalhou pela eleição de Rogério ao Senado. Após o rompimento, a disputa política em Mossoró ganhou um novo desdobramento. Se sentindo traído, Rogério passou a atuar na oposição a Allyson e lançou Genivan Vale (PL) como candidato a prefeito contra o grupo do então prefeito. O candidato do PL terminou a disputa em terceiro lugar. O movimento consolidou a ruptura entre os dois e marcou a entrada de Rogério no campo adversário em Mossoró. O afastamento também foi interpretado como parte da construção do projeto de Allyson para disputar o Governo do Estado em 2026, retirando do caminho uma das principais lideranças que até então integravam sua aliança política. Lawrence Amorim virou adversário Pouco depois, a ruptura atingiu Lawrence Amorim, então presidente da Câmara Municipal de Mossoró e antigo aliado de Allyson. A relação se deteriorou em meio a cobranças de lealdade e divergências políticas. O resultado foi a transformação de um aliado em adversário. Lawrence disputou a Prefeitura de Mossoró contra Allyson em 2024 e acabou derrotado. Wiginis do Gás e os 38 cargosOutro episódio ocorreu em setembro de 2025 e envolveu o vereador Wiginis do Gás (União Brasil). Segundo informações apuradas pelo Diário do RN, Allyson teria pressionado o vereador a apoiar a esposa, “Cinthia de Allyson”, ou Neilton Diógenes, embora Wiginis já tivesse compromisso com o deputado estadual Ivanilson Oliveira. Ivanilson havia contribuído para a reeleição do vereador em 2024 e também apoiou a eleição de Allyson. A reação teria vindo na forma de exonerações. De acordo com a apuração, assessores ligados à gestão foram orientados a retirar 38 ocupantes de cargos públicos indicados pelo vereador. O episódio ganhou outro ingrediente porque Ivanilson, então no União Brasil, era aliado direto de Allyson. A pressão sobre Wiginis acabou sendo vista dentro do grupo como mais uma demonstração de que Allyson não hesitaria em reorganizar sua base, ainda que isso significasse atingir os próprios aliados. Zenaide ficou, mas o resultado gerou desgaste Zenaide Maia aparece como uma das poucas alianças que permaneceram intactas. Allyson sustentou o apoio à senadora para o Senado mesmo quando Carlos Eduardo ingressou no União Brasil com expectativa de disputar a vaga. Mas a própria aliança produziu um resultado eleitoral que gerou questionamentos. Em Mossoró, Allyson recebeu 82.286 votos, enquanto Zenaide teve 41.437. Foram mais de 40 mil votos de diferença entre os dois. A votação alimentou a discussão sobre o empenho do grupo na campanha da senadora, que terminou apenas em quarto lugar no município. No Estado, Zenaide ficou a menos de seis mil votos de Samanda de Lula, que conquistou a segunda vaga ao Senado. Carlos Eduardo é o capítulo mais recente O caso de Carlos Eduardo talvez seja o que melhor resume a relação de forças dentro do grupo. O ex-prefeito deixou o PSD para ingressar no União Brasil mirando o Senado. Sem espaço na chapa, adaptou o projeto e anunciou candidatura a deputado estadual. Depois, abriu mão também dessa disputa para assumir a coordenação da campanha de Allyson em Natal, função que agora está com Paulinho Freire. À época, a própria indicação para a coordenação, porém, foi marcada por resistência dentro do grupo, principalmente entre vereadores que já apoiavam Allyson. Parte da bancada deixou claro que não aceitaria ficar sob a liderança de Carlos Eduardo, limitando sua influência sobre uma estrutura que já possuía articulações próprias. O episódio expõe o desgaste de Carlos Eduardo dentro do grupo. Depois de deixar o partido, abrir mão da disputa pelo Senado e desistir também da candidatura à Assembleia para se dedicar à campanha de Allyson, o ex-prefeito acabou perdendo até a função de coordenador que havia assumido. Kelps: outro desgaste dentro do grupoO episódio envolvendo Kelps Lima, em julho, foi mais um desgaste entre Allyson e um antigo aliado. Em 9 de julho, o ex-deputado anunciou a desistência da candidatura a deputado federal e afirmou ter sido “traído” por Benes Leocádio, João Maia e Robinson Faria, além de citar a falta de apoio do presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda. Embora Kelps não tenha responsabilizado diretamente Allyson pela desistência, a condução do conflito também chamou atenção. Diante do impasse entre aliados, Allyson não tomou partido nem atuou para sanar a crise e preservar a candidatura de Kelps, apesar da relação política e pessoal próxima entre os dois. A desistência expôs mais uma vez as fissuras dentro do grupo que se formou em torno do projeto de Allyson para 2026. O caso se soma aos episódios envolvendo Rogério Marinho, Lawrence Amorim, Wiginis do Gás e, agora, Carlos Eduardo, em uma trajetória marcada por rompimentos, perda de espaço e rearranjos entre antigos aliados, o que tem chamado a atenção da classe política, de que Allyson não costuma honrar os compromissos assumidos e abandona os aliados quando lhe é
Com apoio de prefeito, vice, 10 vereadores e lideranças de 12 cidades, Cadu de Lula demonstra grande força em São José de Mipibu
O candidato ao governo do Rio Grande do Norte, Cadu de Lula, protagonizou uma histórica demonstração de força política na noite desta quarta-feira (14), em São José de Mipibu. O ato de apoio reuniu o prefeito Zé Figueiredo, o vice-prefeito Bruno Dantas, dez vereadores, encabeçados pela presidente da Câmara Municipal, vereadora Verônica Senra, o ex-deputado Fábio Dantas, além de 22 ex-vereadores, 19 suplentes e representantes de 12 municípios da região Agreste, consolidando uma aliança ampla e forte para impulsionar sua caminhada rumo ao Governo do RN. Em discurso caloroso para as lideranças e a população presente, Cadu enfatizou a seriedade do pacto político firmado e o compromisso ético com o município. “Eu chego aqui com compromisso com o Rio Grande do Norte, com a minha honestidade e com o meu trabalho pelo povo. De Cadu, a única coisa que você pode não esperar é que haja traição desse compromisso que a gente está selando aqui. E os maiores beneficiados dessa parceria política e administrativa são povo de São José de Mipibu”, destacou Cadu de Lula. Respaldado por 21 anos de dedicação ao serviço público e pela experiência de ter exercido o cargo de secretário de Estado por mais de sete anos, Cadu ressaltou seu preparo técnico e político para governar o Estado. O candidato reafirmou com orgulho sua condição de candidato oficial do presidente Lula no Rio Grande do Norte, destacando que sua trajetória é marcada pela coerência, pela transparência e pelo conhecimento aprofundado das necessidades da população nas áreas de saúde, educação e segurança. A expressiva adesão registrada em São José de Mipibu reflete o forte ritmo de crescimento do nome de Cadu em toda a região Agreste. A integração promovida pelo prefeito Zé Figueiredo e pelo ex-deputado Fábio Dantas demonstra a capacidade do candidato de unificar grupos políticos de peso em torno de um projeto pautado no trabalho, na credibilidade e no desenvolvimento econômico e social dos municípios.
Vereadora Irani Antunes reafirma apoio a Allyson Bezerra ao lado de Kleber Rodrigues em João Câmara
A vereadora Irani Antunes reafirmou, em João Câmara, seu apoio à candidatura de Allyson Bezerra (44) ao Governo do Rio Grande do Norte. Ao lado do deputado estadual reeleito Kleber Rodrigues, a parlamentar reforçou seu compromisso com o projeto político defendido pelo candidato no segundo turno. A manifestação integra a mobilização de lideranças e apoiadores em torno da campanha de Allyson na região do Mato Grande. Ao reiterar seu posicionamento, Irani se soma às articulações do grupo em busca de ampliar o apoio ao candidato no município. A união entre a vereadora e Kleber Rodrigues reforça a atuação das lideranças locais na campanha e a defesa de uma proposta de mudança para o estado.
Missa de 6 anos de vida eterna do saudoso Ariosvaldo Targino de Araújo “Vavá” será neste domingo (18)
Convidamos familiares, amigos e toda a comunidade para a Missa de 6 anos de vida eterna do nosso querido Vavá, que será celebrada no dia: Dia: 18 Outubro | Domingo Horário: às 10h da manhã Local: Igreja Matriz Nossa Senhora Mãe do Homens – João Câmara/RN
Dia do Professor: Homenagem da prefeitura de São Bento do Norte/RN
A Prefeitura de São Bento do Norte homenageia todos os professores, os que seguem ensinando e aqueles que já contribuíram para a educação, deixando marcas e ensinamentos que permanecem para sempre. Feliz Dia do Professor!
Fim da escala 6×1 é aprovada pelo Senado
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1, com dois dias de descanso remunerado por semana, foi aprovada pelo Senado nesta quarta-feira (14). A proposta foi aprovada por 75 votos a favor e um contra nos dois turnos de votação. O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) foi o único a votar contrário à proposta. Para acelerar a tramitação, a votação ocorreu em dois turnos no mesmo dia. As novas regras não entram em vigor imediatamente. Com a aprovação, a emenda constitucional é promulgada pela Mesa do Congresso, sem precisar passar pela sanção do presidente da República, como ocorre com projetos de lei. Ela começa a produzir efeitos após a publicação no Diário Oficial. Segundo Hugo Luiz Schiavo, advogado trabalhista e sócio do A. C. Burlamaqui Advogados, as mudanças começariam a valer dois meses após a publicação da emenda constitucional. (veja abaixo como funcionará a transição) A partir desse prazo, os trabalhadores passariam a ter direito a dois dias de repouso semanal remunerado, com possibilidade de compensação prevista em norma coletiva, desde que fosse assegurada a média de dois dias de descanso por semana. A proposta também prevê a redução gradual da jornada semanal, sem diminuição salarial. Durante o primeiro ano de transição, o limite será de 42 horas semanais. Depois desse período, a jornada máxima passará a ser de 40 horas.
Samanda de Lula acompanha votação pelo fim da escala 6×1 e cobra presença de Flávio Bolsonaro e Rogério Marinho
A senadora eleita Samanda de Lula publicou nas redes sociais, nesta quarta-feira (14), que acompanhou de perto, no Senado Federal, em Brasília, a votação pelo fim da escala 6×1. Na postagem, ela afirmou que Flávio Bolsonaro, que teria dito que votaria pelo fim da escala, e Rogério Marinho, coordenador da campanha dele, não estavam presentes. “Na hora de defender o trabalhador, o discurso é um. Na hora de estar presente para votar, é outro”, escreveu Samanda.


