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Brasil bate Colômbia e é campeão da Copa América 2025
Foto: Divulgação/Conmebol Em uma tarde histórica no Estádio Casa Blanca, em Quito, o Brasil conquistou o título da Copa América Feminina 2025 em uma final emocionante, imprevisível e de tirar o fôlego. Diante de uma Colômbia aguerrida e talentosa, a Seleção Brasileira empatou por 4 a 4 no tempo normal e prorrogação, e garantiu a taça com uma vitória por 5 a 4 nos pênaltis. Foi um daqueles jogos que parecem roteirizados por Hollywood — mas nem o melhor roteirista do mundo teria ousado escrever um enredo tão intenso e repleto de reviravoltas. A atuação de craques como Marta e da goleira Lorena, heroína na disputa por pênaltis, cravou mais um capítulo glorioso na história do futebol feminino brasileiro. O tempo normal terminou em 4 a 4. Na prorrogação, as duas seleções demonstraram garra, mas o placar permaneceu inalterado. A decisão foi para os pênaltis. Na disputa final, brilhou Lorena, que defendeu uma cobrança crucial das colombianas. O Brasil converteu todas as cinco penalidades, vencendo por 5 a 4 e garantindo mais um título continental. Compartilhe:
Maria da Penha: Homem que apanhava do namorado consegue medida protetiva no RN
Um homem de 39 anos, vítima de violência doméstica supostamente praticada por seu companheiro, de 31 anos, obteve Medidas Protetivas de Urgência com base na Lei Maria da Penha. A decisão ocorreu no âmbito do Judiciário da Comarca de Extremoz, na quinta-feira (1º), a pedido da autoridade policial responsável pelo caso na 23ª Delegacia de Polícia de Extremoz (23ª DP). O pedido de medidas protetivas foi fundamentado nas mais recentes interpretações doutrinárias e jurisprudenciais, que reconhecem a possibilidade de aplicação excepcional e restrita das medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha a vítimas do sexo masculino inseridas em relações homoafetivas, desde que caracterizado o vínculo íntimo de afeto, situação de vulnerabilidade e o contexto de violência doméstica e familiar. A medida acompanha entendimento recente do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconheceu determinou a aplicação da Lei Maria da Penha em casos envolvendo casais homoafetivos do sexo masculino. Do BG Compartilhe:


