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Justiça aceita denúncia, e Bruno Henrique, do Flamengo, vira réu por fraude esportiva
Foto: Mauro Pimentel/AFP A Justiça do Distrito Federal aceitou nesta sexta-feira (25) a denúncia apresentada pelo Ministério Público e tornou réus o atacante Bruno Henrique, do Flamengo, e o irmão dele, Wander Nunes Pinto Júnior. Os dois são acusados de fraude esportiva. A decisão foi proferida pelo juiz Fernando Brandini Barbagalo, da 7ª Vara Criminal do Distrito Federal, que considerou que há elementos robustos para aceitar a denúncia. Com isso, os dois acusados devem ir a julgamento pelo crime. Ainda não há data marcada. O magistrado, no entanto, indeferiu uma denúncia por estelionato também apresentada pelo MP-DF. De acordo com seu despacho, Barbagalo considerou que não havia elementos para acusar o jogador por este tipo de crime. De acordo com a investigação, o atleta teria compartilhado informação antecipada sobre o recebimento de um cartão amarelo em uma partida do Campeonato Brasileiro de 2023 para beneficiar um esquema de apostas esportiva. Caso seja condenado, a pena máxima pode chegar a até seis anos de prisão. Em nota, a defesa de Bruno Henrique afirmou que atleta confia na Justiça e voltar a negar qualquer envolvimento dele com esquemas de apostas esportivas. ”O Poder Judiciário rejeitou quase que a integralidade da denúncia formulada pelo Ministério Público. A parte que remanesce será prontamente esclarecida, de modo a ensejar o seu arquivamento. Bruno Henrique segue confiando na Justiça, enquanto mantém foco e dedicação total à vida de atleta de futebol, certo de que jamais tomou parte em qualquer esquema de apostas esportivas”, diz o comunicado assinado pelos advogados Ricardo Pieri e Felipe Carvalho. Folha de S.Paulo Compartilhe:
Projeto de Lei da vereadora Jeska Fernandes propõe descarte seguro de medicamentos e resíduos hospitalares em João Câmara/RN
A vereadora Jeska Fernandes (PT) apresentou na Câmara Municipal de João Câmara um importante Projeto de Lei que institui a Política Municipal de Descarte Sustentável de Medicamentos, Materiais Hospitalares e Resíduos Farmacêuticos. A proposta, protocolada no dia 21 de julho de 2025, busca garantir saúde pública, preservação ambiental e responsabilidade compartilhada no descarte de resíduos perigosos no município. A nova política determina que farmácias, hospitais, clínicas, drogarias e postos de saúde devem instalar pontos seguros de coleta para medicamentos vencidos, deteriorados ou sem uso, além de insumos hospitalares descartáveis. Também será obrigatória a contratação de empresas licenciadas para a coleta, transporte e destinação correta desses resíduos. Além disso, o projeto prevê campanhas educativas, baseadas na logística reversa, sem gerar custos ao Poder Público municipal. A fiscalização será realizada pelos órgãos já existentes no município, sem necessidade de novas estruturas. “Esta medida busca proteger o nosso ecossistema e evitar riscos à saúde coletiva, como contaminação do solo, da água e o aumento da resistência microbiana”, justificou a vereadora. A proposta está alinhada com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei Federal n° 12.305/2010) e com normas da ANVISA, do CONAMA e da Constituição Federal. Entre os objetivos principais estão: Incentivar o descarte consciente por parte da população. Evitar que medicamentos sejam jogados no lixo comum ou em redes de esgoto. Tornar fabricantes, distribuidores e comerciantes corresponsáveis pelo ciclo dos produtos. A proposta de Jeska Fernandes representa um passo firme em direção à sustentabilidade e ao compromisso com a saúde pública local. A expectativa é de que o projeto seja aprovado com o apoio dos demais vereadores e colocado em prática ainda este ano. Compartilhe:

