Pavimentação de ruas, melhorias na saúde, novos espaços de...Leia mais
Pavimentação de ruas, melhorias na saúde, novos espaços de...Leia mais
A Major Carla Câmara, candidata a deputada estadual pelo...Leia mais
Programação entre 10 e 12 de setembro reúne lançamentos...Leia mais
Licença, readaptação e aposentadoria por incapacidade permanente são respostas...Leia mais
O candidato a deputado estadual Júlio César participa nesta...Leia mais
Uma verdadeira Onda Rosa tomou conta das ruas de...Leia mais
A região Alto Oeste está recebendo a Caravana do...Leia mais
A saúde pública será um dos principais pilares da...Leia mais
Três pesquisas divulgadas nesta quinta-feira (10) confirmam o crescimento...Leia mais

Crédito da(s) Foto(s): João Gilberto
Em pronunciamento durante a sessão plenária desta terça-feira (22), na Assembleia Legislativa (ALRN), o deputado Coronel Azevedo (PL) teceu duras críticas à concessão de asilo diplomático pelo governo Lula à ex-primeira-dama do Peru, Nadine Heredia, e defendeu a anistia para pessoas presas pelos eventos de 8 de janeiro. O parlamentar questionou a justificativa humanitária para o asilo e a comparou com a anistia concedida a membros da esquerda em 1979.
“O governo Lula concedeu asilo diplomático à ex-primeira-dama do Peru, Nadine Heredia, esposa do ex-presidente Ollanta Humala. Os dois foram condenados pela justiça peruana e o governo mandou, de forma urgente, um avião da Força Aérea Brasileira para trazer essa condenada para o nosso país”, declarou o deputado em seu discurso.
Coronel Azevedo lembrou que, segundo delações da Operação Lava-Jato, inclusive de Marcelo Odebrecht, houve um suposto acerto de campanha para Umala envolvendo Palocci e Lula. Ele expressou indignação com o fato de o “Brasil acolher uma pessoa condenada por corrupção no Peru, enquanto o chanceler Mauro Vieira justifica a ação por questões humanitárias”.
O parlamentar traçou um paralelo com a anistia de 1979 no Brasil, “que beneficiou muitos integrantes da esquerda que praticaram atos como sequestro, assalto e assassinato”. Azevedo questionou por que Lula, “usando o argumento de questões humanitárias para o caso peruano, não liderara um movimento pela anistia de pessoas presas pelos eventos de 8 de janeiro?”, que ele descreveu como “crimes impossíveis sem o uso de armas ou liderança clara”.
O deputado argumentou que as prisões relacionadas ao ato de 8 de janeiro “são injustas, afetando idosos, cuidadores e pastores que nunca tiveram histórico criminal, com condenações de até 17 anos por um suposto atentado contra o estado de direito sem evidências concretas de violência armada”, concluiu.

Compartilhe:
Estudante de Serviço Social, Reporter Fotográfico, Radialista e Jornalista com DRT-RN 711. Fui funcionário das Rádio Baixa Verde-AM, 101 FM, 89 FM e Líder Gospel, tendo iniciado no rádio em 1992. Entrei no mundo virtual e idealizei o Blog do Moisés Araújo, hoje uma das referências de informação entre os internautas da Região do Mato Grande e do estado do Rio Grande do Norte.



Moisés Araújo © 2026 – Todos os Direitos Reservados