Durante sessão ordinária da Câmara Municipal de João Câmara/RN,...Leia mais
Durante sessão ordinária da Câmara Municipal de João Câmara/RN,...Leia mais
A Comissão de Educação, Cultura, Ciência, Tecnologia e Inovação,...Leia mais
Um trem expresso descarrilhou, na manhã desta quarta-feira (18),...Leia mais
Os 90 anos do Rotary Club de Natal foram...Leia mais
Durante sessão ordinária realizada na Câmara Municipal de João...Leia mais
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN)...Leia mais
A Justiça Eleitoral confirmou, nesta terça-feira 17, a permanência...Leia mais
Durante mais uma sessão ordinária realizada na Câmara Municipal...Leia mais
O ex-prefeito de Apodi, Alan Silveira, do MDB, declarou...Leia mais
A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra...Leia mais

O STF (Supremo Tribunal Federal) considerou inconstitucionais leis municipais que vetavam termos de gêneros ou sinônimos no currículo escolar.
O julgamento realizado nesta quarta-feira (15) foi finalizado com entendimento de reconhecer a inconstitucionalidade formal e material das normas.
Os ministros analisaram duas ADPFs (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental), que estavam sob relatorias de Rosa Weber e Marco Aurélio Mello, ambos aposentados e que já tinham proferidos seus votos.
Na ação relacionada ao município de Tubarão (SC), a PGR (Procuradoria-Geral da República) questionava a proibição da inclusão dos termos “gênero”, “orientação sexual” ou sinônimos na política municipal de ensino, no currículo escolar, nas disciplinas obrigatórias, nos espaços lúdicos e nos materiais de ensino.
Enquanto em ação envolvendo os municípios de Petrolina e Garanhuns (PE), o PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) questionava leis que tratam dos planos municipais de educação dos municípios e vedam a política de ensino com informações sobre gênero.
Em seu voto, o ministro Flávio Dino afirmou que é justo remeter esse tema para ser direcionado à discussão no Congresso Nacional. Luiz Fux teve o mesmo entendimento e afirmou que adotaria uma posição minimalista e que o caso fosse direcionado ao Parlamento.
Por sua vez, o ministro Alexandre de Moraes considerou que as leis municipais são ultrapassadas e apontou questões preconceituosas nas normas. “Nós devemos incentivar uma educação que demonstre que a discriminação, o discurso de ódio, deve ser afastado”, declarou.
Em um voto com ressalvas, Nunes Marques acompanhou os relatores, mas pontuou que “preservar a infância não é conservadorismo, é reconhecer que toda liberdade genuína nasce da maturidade”.
As pautas colocadas em discussão e votação nesta terça foram, segundo o presidente da Corte, Edson Fachin, uma homenagem aos professores, devido à data dedicada aos profissionais em 15 de outubro.
A sessão desta terça também já ocorre sem a presença do ministro Luís Roberto Barroso, que deve deixar formalmente o Supremo no sábado (18).

Compartilhe:
Estudante de Serviço Social, Reporter Fotográfico, Radialista e Jornalista com DRT-RN 711. Fui funcionário das Rádio Baixa Verde-AM, 101 FM, 89 FM e Líder Gospel, tendo iniciado no rádio em 1992. Entrei no mundo virtual e idealizei o Blog do Moisés Araújo, hoje uma das referências de informação entre os internautas da Região do Mato Grande e do estado do Rio Grande do Norte.


Moisés Araújo © 2026 – Todos os Direitos Reservados