A deputada federal Carla Dickson (PL-RN) fez duras críticas...Leia mais
Polícia Civil conclui investigação e aponta responsável por perfil falso em Bodó
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte concluiu uma investigação sobre a criação de perfis falsos usados para ataques e difamação contra o ex-prefeito de Bodó, Marcelo Porto. O procedimento resultou em um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), já protocolado na Justiça sob o número 0804528-58.2025.8.20.5103, em tramitação no Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Currais Novos. De acordo com informações oficiais, o acusado é Jonas Galberto Assunção Guimarães Segundo, que responderá pelo crime de difamação. A Polícia Civil reuniu provas consideradas suficientes para identificar a autoria de um dos perfis falsos responsáveis pela divulgação de conteúdos ofensivos e ataques pessoais. A decisão foi comentada pelo ex-prefeito em vídeo publicado na tarde desta quinta-feira (2) em suas redes sociais. Marcelo afirmou que não se trata mais de suspeitas, mas de provas formais apresentadas pelas autoridades policiais. “Os responsáveis por espalhar mentiras e ódio responderão por seus atos, não apenas quem criou os perfis, mas também aqueles que participaram e se beneficiaram dessa campanha criminosa”, disse. O processo pode ser consultado pelo número 0804528-58.2025.8.20.5103 no site do Tribunal de Justiça do RN, embora algumas informações possam estar sob sigilo nesta fase inicial. Compartilhe:
Primeira sessão ordinária do Parlamento Jovem Jandairense 2025
Hoje a Câmara Municipal de Jandaíra recebeu os jovens vereadores para a primeira sessão do Parlamento Jovem! ✨ Um momento de aprendizado e protagonismo, em que a juventude jandairense pôde vivenciar na prática como funciona o processo legislativo e a importância da participação política. 💚💛 Que esta seja a primeira de muitas sessões de diálogo, cidadania e construção coletiva! 🙌 Compartilhe:
Câmara aprova projetos para inclusão, segurança e causa animal
A Câmara Municipal de Natal aprovou, em segunda discussão nesta quarta-feira (1°), uma série de projetos de lei, entre esses, alguns voltados à inclusão social, segurança e proteção animal. Entre as propostas, está o PL nº 612/2024, do vereador Aldo Clemente (PSDB), que proíbe a exigência de cadastramento biométrico de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e doença de Parkinson para acesso a serviços públicos e privados. “Esses procedimentos podem levar essas pessoas a situações de estresse, desconforto e constrangimentos. É uma causa importante e está em evidência esse cuidado com esse público que precisa de uma atenção especial”, destacou o autor. Outra proposta aprovada é o PL nº 579/2023, do vereador Kleber Fernandes (Republicanos), que institui medidas de prevenção e combate aos maus-tratos contra animais em condomínios da capital. Já o PL nº 708/2024, do vereador Chagas Catarino (União), cria o programa PraCão, com a implantação de praças destinadas ao convívio de cães e seus tutores. Na área da segurança, o vereador Daniell Rendall (Republicanos) teve aprovado o programa Celular Protegido Natal, voltado à prevenção de furtos e roubos de aparelhos. “É para que haja o bloqueio remoto, notificação digital de ocorrências e integração com forças de segurança, visto que Natal registra alto número de roubos de celulares”, explicou o parlamentar. Também recebeu aval do plenário a criação do Sistema de Mapeamento e Cadastro dos Agricultores Urbanos, proposto por Brisa Bracchi (PT); do Dia do Pregador Evangélico, de autoria de Camila Araújo (União); e o título de cidadania à senhora Algecira de Oliveira Aires da Câmara, proposto por Daniel Santiago (PP). Já o vereador Herberth Sena (PV) teve aprovado o PL nº 406/2023, que garante ao contribuinte o direito de acessar meios digitais de pagamento para quitar débitos tributários, taxas e contribuições municipais. Texto: Cláudio OliveiraFotos: Francisco de Assis Compartilhe:
Prefeito Flaviano Lisboa entrega veículo elétrico e reforça compromisso sustentável em Passa e Fica
A Prefeitura de Passa e Fica deu mais um passo importante rumo à modernidade e sustentabilidade. O prefeito Flaviano Lisboa apresentou nesta quarta-feira (1) o novo veículo elétrico que passa a integrar a frota municipal: o sedan GAC Aion ES. Com autonomia de mais de 400 km, o carro 100% elétrico marca o início de um processo de substituição gradual dos veículos movidos a combustão por modelos de energia limpa. “Esse é o primeiro dos 20 veículos que vamos adquirir nos próximos anos. É um carro moderno, de alto padrão, mas acima de tudo, econômico e sustentável, que vai beneficiar diretamente a nossa população”, destacou o prefeito. O veículo será utilizado de segunda a sábado em serviços voltados aos munícipes, sem gerar custos com combustível. A economia proporcionada pela frota elétrica será revertida em mais investimentos e benefícios para a população. A iniciativa está alinhada às metas da gestão municipal em promover desenvolvimento com responsabilidade ambiental e financeira. Para o vice-prefeito Elson Lima, a conquista coloca Passa e Fica em posição de referência para outras administrações. “Mais uma vez estamos sendo espelho para outras gestões. O futuro já começou. Estamos ampliando nossa frota de maneira sustentável, substituindo carros que poluem e geram despesas por veículos elétricos. Como já somos autossuficientes em energia solar, esse carro não trará custo algum, e toda a economia gerada será revertida em melhorias para a nossa cidade”, afirmou. Compartilhe:
Juiz condena Band a pagar R$ 50 mil a Pablo Marçal por danos morais
O juiz Paulo Henrique Ribeiro Garcia, da 1ª Vara Cível do Foro de Pinheiros, condenou a Band a indenizar o empresário Pablo Marçal (PRTB) em R$ 50 mil por danos morais. A decisão também determinou a retirada do ar de reportagens que continham termos considerados ofensivos ao autor. No processo, Marçal alegou que, durante as enchentes no Rio Grande do Sul, organizou campanhas de doações e que caminhões com mantimentos enfrentaram exigências de notas fiscais e multas. A emissora teria veiculado reportagens classificando a situação como “fake news” e, em comentários, usado expressões como “mané”, “canalha”, “zé ruela” e “lixo humano”. A Band contestou, afirmando que os caminhões não foram barrados por falta de nota fiscal, mas por excesso de peso, e que a cobertura estava protegida pela liberdade de expressão. Também alegou que o histórico público de Marçal afastaria a necessidade de indenização. O governo do Rio Grande do Sul chegou a desmentir um vídeo de Marçal, que afirmava que autoridades não deixavam entrar pessoas sem habilitação ou exigiam notas fiscais para doações. Segundo Marçal, duas das dez carretas que enviou enfrentaram problemas burocráticos, mas a situação foi resolvida. Na sentença, o juiz ressaltou que a liberdade de imprensa deve coexistir com a proteção à honra e à imagem. Segundo ele, mesmo admitindo críticas enfáticas, os termos usados pela emissora extrapolaram a crítica jornalística e se tornaram agressão pessoal, sem relação adequada com os fatos noticiados. “Chamar de canalha quem supostamente divulgou ‘fake news’ é, à toda evidência, um excesso de linguagem, desnecessário e ofensivo”, destacou o magistrado. Antes da decisão, houve tentativa de conciliação que não resultou em acordo. O pedido de direito de resposta foi rejeitado, assim como a solicitação para proibir o uso do nome de Marçal em futuras publicações, por se configurar controle prévio de conteúdo. Compartilhe:


