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A Orquestra de Flautas Doce Irmã Terezinha Galles, originária da comunidade indígena do Assentamento Santa Tarezinha em João Câmara/RN, poderá ser reconhecida oficialmente como Patrimônio Cultural e Imaterial do município. A iniciativa, que surgiu em 2013 no Assentamento Santa Teresinha, tornou-se símbolo de resistência cultural e integração comunitária, unindo tradições indígenas, música e educação.
O Vereador Professor Silvano Carlos – UNIÃO BRASIL, apresentou o Projeto de Lei n°002/2025 que Reconhece a Orquestra de Flautas Doce Irmã Terezinha Galles como Patrimônio Cultural e Imaterial do Município de João Câmara/RN e estabelece diretrizes para sua preservação.
A orquestra foi fundada com o objetivo de fortalecer a identidade do povo Mendonça/Potiguara, utilizando a flauta doce como ferramenta de expressão artística e preservação da memória coletiva. Suas apresentações em eventos como a 28ª FIART (Feira Internacional do Artesanato) em Natal destacaram-se pela fusão de repertório erudito e elementos folclóricos, atraindo reconhecimento além das fronteiras do Rio Grande do Norte. João Paulo, músico indígena da comunidade e integrante da orquestra há mais de uma década, ressalta: “A música nos conecta às nossas raízes e é uma forma de lutar pelo respeito aos nossos direitos”.
A elevação da Orquestra Irmã Terezinha Galles a patrimônio é um passo vital para honrar a herança indígena e inspirar futuras gerações. Como afirma João Paulo: “Cada nota que tocamos é um grito de existência”. Com planejamento e engajamento, João Câmara consolida-se como exemplo de como a cultura pode ser alicerce para o desenvolvimento social e ambiental.

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Estudante de Serviço Social, Reporter Fotográfico, Radialista e Jornalista com DRT-RN 711. Fui funcionário das Rádio Baixa Verde-AM, 101 FM, 89 FM e Líder Gospel, tendo iniciado no rádio em 1992. Entrei no mundo virtual e idealizei o Blog do Moisés Araújo, hoje uma das referências de informação entre os internautas da Região do Mato Grande e do estado do Rio Grande do Norte.
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